Prova - 2ª fase
PRÁTICO-PROFISSIONAL
CADERNO – CIVIL
PONTO 1
Israel Lima, proprietário e possuidor de uma fazenda em Presidente Prudente (SP), depara-se, no dia 18.10.2005, com uma
barraca montada em frente à sua Fazenda. Nesse dia, apenas uma família chega ao local, monta a barraca e passa a ali
“residir”. Uma semana depois, chegam ao local mais duas famílias e, ao final de um mês, o acampamento conta com pelo
menos quarenta famílias, todas com bandeiras e designações do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Israel toma
conhecimento de que a maioria das Fazendas, naquela região, já sofreu invasões do grupo. Preocupado, Israel procura um
advogado para realizar uma consulta e saber se é possível precaver-se contra a ameaça que está sentindo. Na consulta,
informa o advogado que, até aquele momento, nenhum dos trabalhadores do movimento atravessou sua propriedade ou
chegou até ela. Em fevereiro de 2006, Israel já não consegue prever o número de pessoas que moram no acampamento.
Israel é domiciliado em Campinas e decide tomar uma medida que possa lhe dar proteção.
QUESTÃO: Elabore a ação cabível.
PONTO 2
Arlindo Luz é empregado da Metalúrgica Boa Esperança, fabricante de Peças para Automóveis. Foi contratado em julho
de 1990, e em abril de 2004 sofre acidente do trabalho. A empresa providencia todos os documentos necessários, tanto
para comunicação ao órgão previdenciário, como para o tratamento de saúde. Em agosto de 2005, Arlindo recebe alta
médica, mas está incapacitado para as funções que vinha exercendo na empresa. Ainda sem retornar ao trabalho, se dá
conta de que o INSS lhe paga auxílio doença, tendo entendido aquela Instituição que não houve acidente do trabalho, mas
sim doença profissional. Pretendendo rever o benefício e o enquadramento da função, decide ingressar com a respectiva
ação, pois o INSS alega que não há qualquer situação para ser corrigida, pois tudo foi feito com base nos laudos médicos
e documentos passados pelo seu empregador. Além de sentir-se prejudicado pelo enquadramento equivocado e pagamento
a menor daquilo que teria direito, Arlindo tem necessidade de receber tratamento fisioterápico que lhe vem sendo negado
em razão da afirmação da entidade de que teria se recuperado. O fato é que, segundo se constata nos atestados particulares,
a demora no tratamento poderá ocasionar-lhe, quiçá, a perda definitiva do membro atingido. Arlindo reside em São Bernardo
do Campo (SP) e procura um advogado para agir em sua defesa, de modo a assegurar-lhe, não só a discussão pelo benefício
buscado, como também a garantia do tratamento fisioterápico.
QUESTÃO: Elabore a petição inicial.
PONTO 3
João Antunes, casado com Beatriz Valença, compra um imóvel junto à CEF, em leilão de imóveis, por ela realizado, que
passaram à sua propriedade em razão do não pagamento do contrato de financiamento dos anteriores proprietários. O casal
paga pelo imóvel a importância de R$ 208.000,00 e, diante da quitação do valor, recebe a chave do imóvel com a respectiva
escritura pública. O imóvel situa-se em Bauru, e o negócio concretiza-se em junho de 2005. Em julho de 2005, quando
decidem tomar posse do imóvel, lá encontram residindo o anterior proprietário, Sr. Arruda Albuquerque, sua esposa Naifa
Tâmela e dois filhos, um com 18 e outro com 16 anos. Frustradas todas as tentativas para desocupação voluntária do
imóvel, João e Beatriz não conseguem tomar posse do que é deles e temem perder, inclusive, a quantia paga pelo imóvel.
Procuram um advogado para ver efetivado o contrato e ter garantido o direito de tomar posse do imóvel ou, caso isso não
seja deferido, que o valor pago seja restituído.
QUESTÃO: Como advogado de João e Beatriz, proponha a ação cabível.
QUESTÕES PRÁTICAS
1. Em julho de 2000, o veículo de João estava estacionado corretamente na margem direita de uma tranqüila rua de São
Paulo, quando foi abalroado por um caminhão em alta velocidade, cujo motorista estava alcoolizado. Na época estava
em vigência o Código Civil de 1916, que estipulava um prazo prescricional de vinte (20) anos para pleitear tal indenização
(art. 177 do CC/1916).
O Novo Código Civil – que entrou em vigência em 2003 – diminuiu tal prazo para três (3) anos (art. 206 § 3.°, V).
Levando-se em conta que João ainda não intentou a competente ação, pergunta-se:
Em que ano estará consumada a prescrição da pretensão de João para cobrar tal dívida? Justifique.
2. Carlos, arquiteto, realizou um extenso trabalho de pesquisa, desenhos e viabilidade geográfica para um grupo de cinco
(5) amigos que pretendiam comprar um terreno. Ficou acertado em contrato escrito que: “os contratantes deverão
pagar ao contratado, a título de honorários, o valor de dez mil reais, trinta dias após a conclusão do serviço”.
Passados trinta dias após o serviço prestado, não ocorreu o pagamento, e Carlos deseja agora cobrar toda a quantia de
um só cliente, posto ser o mais rico de todos. Os demais amigos não têm meios para arcar com a dívida.
Com base em nosso Código Civil, pode Carlos efetuar a cobrança de um só dos devedores? Explique juridicamente.
3. João celebra contrato de aluguel residencial com Pedro pelo prazo de trinta (30) meses sem averbá-lo junto à matrícula
do imóvel. Passados seis (6) meses, João, concedendo antes preferência a Pedro, vende a casa para Roberto, que agora
deseja ingressar na posse do imóvel.
Com base na lei do inquilinato, explique se tal pretensão é possível.
4. Vivian foi companheira de Alessandro durante vinte (20) anos, constituindo com ele uma típica União Estável, e tendo
com ele uma filha. Nesse período, Alessandro adquiriu onerosamente – e em decorrência de seu trabalho – todo o seu
patrimônio, estimado em dois (2) milhões de reais. Alessandro faleceu no ano de 2005, e a metade do patrimônio,
atribuída a Vivian, somou um (1) milhão de reais.
Posto isso, pergunta-se: Além dessa metade, corretamente atribuída, Vivian terá ainda algum direito sucessório?
5. Para desviar de criança que atravessa inopinadamente a rua, no semáforo vermelho, e fora da faixa de pedestres,
Fernando, que trafegava prudentemente por uma rua de São Paulo, é obrigado a lançar seu automóvel em cima da
papelaria de Pedro, quebrando toda a vitrine, e causando um prejuízo de quatro (4) mil reais. A criança não foi atingida
e saiu correndo depois do acidente, não sendo mais encontrada por Fernando nem por Pedro.
Nesse caso, a lei concede a Pedro o direito de receber indenização? Justifique.
CADERNO – PENAL
PONTO 1
João, sócio da firma “Antenados”, revendedora de componentes eletrônicos, foi denunciado, nesta capital, em 05 de dezembro
de 2005, por crime previsto no artigo 1.°, inciso II, da Lei n.o 8.137/90, acusado de ter fraudado a fiscalização tributária,
omitindo operação de compra e venda em livro contábil. O MM. Juiz da _Vara Criminal da Comarca da Capital recebeu a
denúncia. Em seu interrogatório, realizado no dia 13 de abril de 2006, João alegou que a operação inexistiu e que o débito
fiscal era objeto de impugnação em recurso administrativo, ainda pendente de julgamento, interposto perante o Tribunal de
Impostos e Taxas do Estado de São Paulo, comprovando tal alegação com certidão emitida pelo referido Tribunal.
QUESTÃO: Como advogado de João, escolha o melhor meio para a sua defesa. Redija a peça.
PONTO 2
Em 18 de maio de 2004, João e Antonio foram denunciados pelo crime de tráfico de substâncias entorpecentes, em
concurso de agentes, porque transportavam, para fins de comércio, a quantia de 10 (dez) pílulas da droga conhecida como
“ecstasy” e 25 (vinte e cinco) gramas de maconha. Recebida a denúncia, o MM. Juiz da _Vara Criminal da Comarca da
Capital determinou a citação dos acusados, observando o rito da Lei n.o 6.368/76. João e Antonio, no interrogatório,
negaram a intenção de comerciar as drogas apreendidas, afirmando que se destinavam a uso próprio. Ouvidos os policiais
responsáveis pela prisão dos acusados, aqueles relataram que passavam pela rua quando viram os acusados colocando
malas no interior de um veículo estacionado em frente à casa de João. Suspeitando dos jovens, os policiais revistaram o
carro, que era de propriedade de Antonio, e encontraram, no porta-luvas, as drogas apreendidas. João e Antonio disseram
aos policiais que se dirigiam a uma festa em cidade do litoral paulista. Com base na quantidade de droga apreendida e no
destino dos acusados, o juiz, em 22 de maio de 2006, condenou João e Antonio às penas mínimas, pelos crimes previstos
nos artigos 12, caput, e 14, da Lei n.º 6.368/76, em concurso material, a serem cumpridas integralmente em regime fechado.
QUESTÃO: Como advogado de João, intimado da sentença no dia 26 de maio de 2006, escolha o melhor meio para a sua
defesa. Redija a peça.
PONTO 3
João, primário e de bons antecedentes, foi denunciado pelo crime previsto no artigo 171, § 2.°, VI, combinado com o artigo
69 (por três vezes), ambos do Código Penal, porque teria emitido cheques sem provisão de fundos. Consta do inquérito
policial lavrado em razão dos fatos que João, no dia 05 de setembro de 2005, emitira cinco cheques, para serem descontados
mensalmente, sendo o primeiro para pagamento à vista, referentes a prestações de uma máquina de lavar que João teria
comprado de Antonio. Antonio recebera o valor relativo aos dois primeiros meses, não recebendo os valores dos demais
(três últimos cheques) por insuficiência de fundos. Ao ser citado para a ação penal em curso, João não foi encontrado, pois
havia se mudado para lugar desconhecido. Com base na revelia do acusado, o MM. Juiz da _Vara Criminal da Comarca da
Capital, em 24 de abril de 2006, determinou a suspensão do processo, decretando a prisão preventiva de João.
QUESTÃO: Como advogado de João, escolha o melhor meio para a sua defesa. Redija a peça.
QUESTÕES PRÁTICAS
1. Que são escusas absolutórias? Fundamente e indique as suas conseqüências.
2. O juiz pode receber apenas parcialmente a denúncia oferecida pelo Ministério Público? Fundamente a resposta.
3. Que é competência por prerrogativa de função? Em relação ao co-autor particular, estende-se a ele essa competência?
Fundamente.
4. Se alguém, para matar, fere a vítima, segundo a doutrina ele só será punido pelo crime de homicídio. Neste caso, que
tipo de conflito existe e qual o critério utilizado para resolvê-lo?
5. O acusado apelou de uma condenação pelo Tribunal do Júri, alegando que se tratava de decisão manifestamente
contrária à prova dos autos. No dia seguinte, ainda dentro do prazo, ingressa com nova apelação, sustentando que a
decisão, além de manifestamente contrária à prova dos autos, era nula. É admissível essa segunda apelação? Por quê?
CADERNO – TRABALHO
PONTO 1
Em ação civil pública, proposta por sindicato, é pedido, a todos os empregados da categoria, o pagamento de horas extras,
com requerimento de concessão de liminar. A liminar é deferida pelo juiz da Vara do Trabalho, antes mesmo da citação do
reclamado, com imposição à empresa da obrigação de pagamento de horas extras a todos os empregados da categoria,
indistintamente.
QUESTÃO: Apresente, como advogado da empresa, a medida processual adequada para cassar a liminar.
PONTO 2
Em reclamação proposta por antigo empregado, com pedido de pagamento de horas extras e férias dobradas não gozadas,
celebram as partes, logo na primeira audiência designada, acordo, com quitação geral do extinto contrato de trabalho. O
pagamento é feito a título de férias dobradas não gozadas. Homologado o acordo, é intimado o INSS, que impugna, por
meio de recurso, o fato de haver sido o pagamento feito a título de férias dobradas não gozadas, cobrando os recolhimentos
de contribuição previdenciária que entende devidos.
QUESTÃO: Intimado da interposição de recurso pelo INSS, apresente, como advogado da empresa reclamada, a medida
processual adequada.
PONTO 3
Certa empresa é condenada, por decisão de primeiro grau, a pagar horas extras e adicional de insalubridade a determinado
empregado, calculado o adicional sobre o salário pago ao empregado. Interpõe a empresa recurso, discutindo apenas o
pagamento de horas extras. Julgado o recurso ordinário três anos depois, a condenação é mantida e transita em julgado.
Ajuíza então a empresa ação rescisória, para desconstituir a condenação que lhe foi imposta, no tocante ao pagamento do
adicional de insalubridade sobre o salário pago ao empregado e não sobre o salário mínimo.
QUESTÃO: Julgada procedente a ação rescisória, apresente, como advogado do empregado, quando intimado dessa
decisão, a medida processual adequada.
QUESTÕES PRÁTICAS
1. Sendo duas as empresas reclamadas, condenadas ambas solidariamente, interposto o recurso também por ambas,
apenas com a alegação de ser insubsistente a condenação, diante das provas produzidas, as custas devem ser pagas por
ambas ou o pagamento feito por uma favorece a outra? Justifique.
2. O empregado que pede demissão pode ser readmitido na empresa antes de transcorridos 60 dias da rescisão de seu
contrato de trabalho? Fundamente.
3. Pode o empregado reclamar, ao mesmo tempo, adicional de insalubridade e adicional de periculosidade?
Por quê?
4. O empregado, contratado por 90 dias, após 50 dias de trabalho, afasta-se por dez dias, em virtude de licença médica,
voltando, após, ao trabalho. Caso o empregador deseje rescindir o contrato no prazo ajustado, deverá fazer isso após
30 dias do retorno do empregado ou após 40 dias desse retorno? Por quê?
5. É obrigatório o registro do empregado no período de experiência do contrato de trabalho? Justifique.
CADERNO – TRIBUTÁRIO
PONTO 1
O município em que está estabelecida a empresa X editou lei instituindo taxa de limpeza pública para o custeio do serviço
público municipal de limpeza de logradouros públicos. Sua base de cálculo é o faturamento das empresas estabelecidas no
município e sua alíquota é de 0,5%. Referida taxa passará a ser exigida no dia 1.º de janeiro do próximo ano.
QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa X, tome as medidas judiciais cabíveis para questionar a exigência
dessa taxa.
PONTO 2
A empresa X aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal – REFIS, em março de 2000. Além do recolhimento das parcelas
mensais do REFIS, a empresa deveria manter o pagamento regular dos demais tributos em dia. Ocorre que a empresa
recolheu pontualmente, por 4 (quatro) meses consecutivos, PIS e COFINS, porém, com os códigos de receita invertidos.
Por tal motivo, a empresa foi notificada da lavratura de auto de infração relativo à falta de recolhimento integral da
COFINS. A impugnação ao auto de infração foi protocolada extemporaneamente, resultando na inscrição do débito em
dívida ativa e intimação da empresa para imediato pagamento do débito, sob pena de exclusão do REFIS.
QUESTÃO: Como advogado, adote as medidas judiciais cabíveis, visando assegurar a reinclusão da empresa no
REFIS.
PONTO 3
Ex-procurador de empresa estrangeira foi citado por edital para pagar dívida fiscal de empresa sediada no Brasil, controlada
pela empresa estrangeira da qual foi procurador, decorrente de falta de recolhimento de ICMS. Ao apreciar os autos da
execução fiscal, constata-se a revelia da empresa brasileira que, citada, teve seus bens penhorados e silenciou. A sentença
nos autos da execução transitou em julgado. Diante da insuficiência de bens da executada, porém, o juiz acatou petição da
Procuradoria do Estado e determinou fosse citado, também, o ex-procurador de empresa estrangeira.
QUESTÃO: Como advogado, adote as medidas judiciais cabíveis, visando assegurar o patrimônio do ex-procurador
da empresa.
QUESTÕES PRÁTICAS
1. A empresa X pretende participar de processo licitatório para a prestação de serviços de engenharia para uma empresa
pública. Uma das exigências legais para a sua habilitação na licitação em questão é a regularidade fiscal, cuja prova deve
ser feita mediante a apresentação de certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa. Quando da
solicitação de relatório de informações de apoio para emissão de certidão junto à Secretaria da Receita Federal – SRF, a
empresa X deparou-se com a existência de um débito em aberto de COFINS, declarado e não pago. Como advogado da
empresa, oriente o departamento fiscal sobre a alternativa ou as alternativas existentes para a obtenção de certidão positiva
com efeito de negativa, sem que haja a necessidade de a empresa X ingressar com medida judicial.
2. A empresa X ingressou com mandado de segurança para questionar a exigência de um determinado tributo e obteve
medida liminar, desobrigando-a do recolhimento do tributo em questão. Posteriormente, a empresa X foi fiscalizada e
o agente fiscal lavrou auto de infração referente ao não recolhimento do referido tributo, embora a empresa X estivesse
desobrigada de seu pagamento por força da mencionada liminar. O diretor jurídico da empresa X consulta-o para
saber se o procedimento do agente fiscal está correto.
3. A empresa X pretende transferir recursos financeiros mantidos em conta corrente de depósito no Banco A para conta
de idêntica natureza no Banco B, onde já possui conta corrente aberta, pois este último ofereceu à empresa isenção de
tarifas bancárias. O diretor financeiro da empresa X questiona-o, na qualidade de consultor tributário da empresa, se é
devida a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza
Financeira – CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão.
4. A empresa X prometeu a venda de imóvel seu para a empresa Y. O preço foi parcialmente pago. A escritura definitiva
de venda e compra, portanto, não foi lavrada. Passados três anos, a empresa Y resolve vender o imóvel para a empresa
Z. Além da alienação do imóvel, cede a dívida, com garantia hipotecária que mantinha com X. Ao lavrar a escritura
definitiva da operação imobiliária, o tabelião exige o pagamento do imposto de transmissão relativo aos três atos.
Sob a ótica do disposto no artigo 156, II, da Constituição Federal, estará correta essa exigência? Por quê?
5. A empresa X contratou os serviços da empresa Y para costura de etiquetas em confecções suas. A empresa Y receberia,
por peça costurada, preço relativo aos serviços prestados. Sobre o valor dos serviços de beneficiamento, foi pago IPI,
nos termos da legislação vigente. O Município local, porém, ao fiscalizar a empresa tomadora dos serviços, exige dela
o pagamento do ISS devido sobre idêntico fato gerador. Nesse contexto, que orientação você daria ao seu cliente
quanto ao pagamento dos mencionados tributos?



