Seccionais do Mato Grosso endossam iniciativa


28/09/2004

Seccionais do Matro Grosso endossam iniciativa

O manifesto público realizado, nesta segunda-feira, pela OAB-SP pedindo o retorno ao trabalho dos serventuários do Judiciário paulista, parados havia 91 dias, sensibilizou a classe dos advogados do Mato Grosso do Sul, que solidarizou-se com o presidente da OAB-SP – Luiz Flávio Borges D’Urso.

“Manifestamos total e irrestrito apoio ao ato público pela volta do funcionamento do Poder Judiciário do Estado de São Paulo, paralisado em virtude greve dos serventuários. Ressalte-se que é princípio constitucional o acesso à Justiça, sendo que a população paulista, bem como todos aqueles que buscam no Poder Judiciário a solução para os conflitos de interesse, não podem ser obstados da prestação jurisdicional”, disse Gerado Escobar Pinheiro, presidente da OAB-MS.

O conforto pelos transtornos e danos irreparáveis causados pela mais longa greve do Poder Judiciário na história brasileira também veio dos profissionais da Advocacia do Estado do Mato Grosso. “Apoiamos integralmente o movimento deflagrado pela OAB-SP no sentido de terminar com a greve dos serventuários da Justiça, que atrapalha a busca de solução dos litígios envolvendo a sociedade paulista”, manifestou o presidente da OAB-MT, Francisco Anis Faiad.








O manifesto público, realizado nesta segunda-feira, pela OAB-SP pedindo a volta imediata dos serventuários do Judiciário do Estado de São Paulo, em greve havia mais de três meses, motivou o envio de moção de solidariedade da OAB de Tocantins ao presidente da Seccional paulista – Luiz Flávio Borges D’Urso. “A OAB-TO manifesta-se preocupada com a prolongada greve no Judiciário de São Paulo, que tem privado os paulistas do exercício da sua cidadania, oportunidade em que parabeniza e solidariza-se com a OAB paulista que oportuna e adequadamente, cumprindo seu papel institucional e histórico de nossa entidade, realiza o ato público através do qual concita a todo para uma imediata solução do impasse, devolvendo aos cidadãos o sagrado direito de busca de justiça, que deve ser assegurado pelo Estado”, disse Luciano Ayres da Silva, presidente da OAB-TO.