GESTÃO D´URSO TEM 99% DE APROVAÇÃO DOS ADVOGADOS


30/11/2004

GESTÃO D´URSO TEM 99% DE APROVAÇÃO DOS ADVOGADOS
Com uma avaliação altamente positiva, os dirigentes da Advocacia paulista aprovam a atual administração da OAB SP, comandada pelo presidente Luiz Flávio Borges D’Urso. Esse é o resultado de uma pesquisa da revista Consultor Jurídico, realizada durante o xxix Encontro de Presidentes de Subsecções da OAB SP, que ocorreu entre os dias 26 e 28 de novembro, na Estância Turística de Atibaia, reunindo presidentes das 216 subseções, conselheiros e advogados. Entre os entrevistados pela pesquisa, divulgada nesta sexta-feira (30/11), 50% consideram a gestão D’Urso ótima; 49% boa; e apenas 1% péssima.

Para o presidente da Seccional paulista da Ordem dos Advogados, o resultado reflete o empenho da gestão para reestrutura, descentralizar e modernizar a entidade, que representa mais de 200 mil profissionais no Estado de São Paulo. “Temos cumprido nossos compromissos de campanha, sem desviar de nossa meta de unir a classe e torná-la mais participativa e atuante”, observa D’Urso, que destaca entre as ações positivas o processo de saneamento financeiro, a descentralização administrativa e política por que passa a Ordem e a maior união entre os profissionais.

Os advogados presentes ao encontro também foram ouvidos sobre temas inerentes ao exercício da profissão. No tocante aos fatores que agilizariam o Judiciário, 44% apontaram a informatização da Justiça; 29% o aumento da produtividade dos magistrados; 19% a privatização dos cartórios; 6% a modificação na Lei de Responsabilidade Fiscal; e 2% a súmula impeditiva. Para a maioria dos entrevistados (81%), a súmula vinculante não vai resolver o problema da morosidade da Justiça, contra 19% que responderam sim.

Já a reforma do Poder Judiciário atende melhor ao cidadão, na opinião de 54% dos advogados ouvidos; 20% apontaram o Poder Executivo; 12% os juízes; 11% dos advogados; e, 3% o Ministério Público. Em relação às violações de prerrogativas, para 49% dos entrevistados, devem ser punidas administrativa e criminalmente; para 24% devem ficar sem punição; para 18% deve ser punidas criminalmente; e para 9%, devem ser punidas administrativamente.Sobre o governo Lula, os advogados pesquisados consideraram a administração regular (44%).

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