D´URSO VAI DESTACAR CONTRIBUIÇÕES DA ADVOCACIA NA ABERTURA DO ANO JUDICIÁRIO


30/01/2007

A Sessão de Abertura será no dia 7 de fevereiro, às 13 horas, no TJ.

 

No tradicional pronunciamento da Sessão de Abertura do Ano Judiciário, no próximo dia 7 de fevereiro, às 13 horas, no Salão dos Passos Perdidos do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o presidente da OAB-SP – Luiz Flávio Borges D’Urso – irá ressaltar, em nome dos 250 mil advogados e estagiários de Direito do Estado de São Paulo, a contribuição da Advocacia para o Judiciário paulista . “Precisamos de um Sistema Judiciário forte e dinâmico para dar respostas às demandas da sociedade paulista, que não tem recebido serviços judiciais à altura de suas expectativas”, destaca D’Urso. 

 

Conforme o presidente da OAB-SP, reeleito para mais três anos (2007-2009), depois do forte trabalho em defesa da advocacia e pela valorização do advogado no primeiro mandato, nesta segunda gestão abre-se um novo foco que é o Sistema Judiciário. “Vamos articular toda força da advocacia do Estado de São Paulo para trabalhar e ajudar a Justiça paulista funcionar. Já fizemos os primeiros contatos com o presidente do TJ-SP, desembargador Celso Limongi, que disse estar  satisfeito com essa iniciativa da OAB SP”, afirma D’Urso.

"Como sabemos, o Poder Judiciário do Estado de São Paulo dá abrigo a 15 milhões de processos. Só na primeira instância, passam, anualmente, cerca de 5 milhões de processos. Com aproximadamente 22% da população brasileira, São Paulo responde por quase 50% do movimento judiciário nacional na Justiça Comum. Mas a estrutura do Judiciário paulista ainda não está adequada para atender às demandas. Em matéria de processos que dão entrada na Justiça Comum, o Estado registra uma diferença de cerca de 50% em relação ao número do país, mas quando se trata de recursos julgados, a diferença cai para 35%. Por conseqüência, os operadores da Justiça – juízes, promotores, serventuários, advogados – se vêem às voltas com acúmulo de processos e os jurisdicionados se defrontam com muita lentidão", afirma D´Urso.

 

O presidente da OAB SP pretende evidenciar  que a falta de recursos tem impedido o Judiciário paulista de concluir sua informatização, implantar Varas e contratar mais servidores. " A Emenda 45, por exemplo, estabeleceu que as custas judiciais fique na Justiça, mas isso não acontece em São Paulo. Estes tipo de recurso já vem sendo aplica há muito tempo no Rio de Janeiro, propiciando que os fluminense tenham uma justiça ágil e eficiente", pondera D´Urso.