II ENCONTRO REGIONAL DE ADVOGADOS EM CATANDUVA


22/08/2007

A cidade de Catanduva recebe o II Encontro Regional de Advogados . O primeiro foi em Santos e reuniu Subsecções da Baixada e Litoral Sul.

Nos dias 24 e 25 de agosto,  OAB SP e CAASP  promovem o 2º Encontro Regional de Advogados da Região de Catanduva, que reunirá os profissionais inscritos nas Subseções de Barretos, Bebedouro, Catanduva, Guaíra, Jaboticabal, Matão, Monte Alto, Monte Azul Paulista, Novo Horizonte, Olímpia, Sertãozinho, Taquaritinga e Urupês. A reunião de trabalho será na sexta-feira, a partir das 15 horas,  na Casa do Advogado (Rua Paraíba, 147) e no sábado, o encontro será aberto a toda a Advocacia da região, no Clube de Tênis Catanduva (Rua Icém, 61 – Parque Iracema, Catanduva), a partir das 9 horas.

 

Para o presidente D’Urso, os debates dos encontros regionais têm mostrado níveis elevados de participação, revelando que os advogados têm interesse sobre os temas que norteiam a profissão e suas entidades. “Há uma preocupação crescente, a cada encontro, com abordagens relativas às prerrogativas profissionais, oportunidades de trabalho e novos campos de atuação, benefícios propiciados pela Caasp. Um questão importante que levaremos é sobre a  recente decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)  orientando os juízes a receber advogados em seu gabinete a qualquer momento durante o expediente forense, independente da urgência do assunto e do que o magistrado esteja fazendo, em resposta a consulta feita pelo juiz de Direito da 1ª Vara da Comarca de Mossoró (RN), José Armando Ponte Dias Júnior.O relator foi o conselheiro Marcurs Faver. " A acertiva da orientação do CNJ contempla a observância às prerrogativas profissionais dos advogados, contempladas no Estatuto da Advocacia, pelas quais vimos nos batendo ao longo de nossa gestão, realizando um trabalho de  resistência nesse sentido. Com a consulta encaminhada ao Conselho, não resta qualquer dúvida - atender e receber os advogados faz, sim, parte das funções dos magistrados e qualquer embaraço de acesso do advogado, ao exercício de seu múnus público configura ilegalidade", destacou D´Urso.