CONSELHO RECEBE VISITA DO PRESIDENTE DO CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA


01/10/2008

Em reunião realizada no último dia 22 de setembro no Plenário dos Conselheiros da OAB SP, o Conselho Seccional recebeu a visita e prestou uma homenagem ao advogado português e autor de artigos e livros jurídicos Carlos Pinto de Abreu, presidente do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados de Portugal (OAP), que está representando a advocacia lusitana na Conferência Internacional sobre Direitos Humanos que se realiza em São Paulo, nesta semana.

Em reunião  realizada no último dia 22 de setembro no Plenário dos Conselheiros da OAB SP, o Conselho Seccional recebeu a visita e prestou uma homenagem ao advogado português e autor de artigos e livros jurídicos Carlos Pinto de Abreu, presidente do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados de Portugal (OAP), que está representando a advocacia lusitana na Conferência Internacional sobre Direitos Humanos que se realiza em São Paulo, nesta semana.

 

Profissional militante desde 1992, Pinto de Abreu é membro efetivo da União Européia de Advogados e da Associação Européia dos Advogados Criminais, além de membro do júri de acesso a auditores de justiça do Centro de Estudos Judiciários de Portugal; do Grupo de Trabalho para a Revisão do Sistema de Execução Penal de Portugal; e da Comissão de Acompanhamento do Sistema de Vigilância Eletrônica portuguesa.

 

Pinto de Abreu declarou-se impressionado com a força da advocacia paulista que soma hoje 280 mil advogados e estagiários enquanto em Portugal são apenas 28 mil, do quais 21 mil inscritos na seccional de Lisboa. No entanto, colocou à disposição da advocacia a infra-estrutura da Ordem portuguesa e presenteou o agraciou o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D’Urso, com os “10 Mandamentos da Advocacia”, os quais citou durante a solenidade. D’Urso destacou que esse “é o primeiro contato de uma futura parceria entre a advocacia de São Paulo e de Portugal”.

 

Conforme Pinto de Abreu, a advocacia não é uma simples prestação de serviços ou um ato mercantil. “É muito mais. O ato do advogado reveste-se de utilidade, muito além do valor estritamente econômico. Os direitos de personalidade, a liberdade, os direitos patrimoniais, a honra e os valores são a nossa preocupação. O valor acrescentado está na resposta pronta, na antecipação dos problemas, na prevenção dos riscos, na utilidade do aconselhamento, na minimização dos danos, na proatividade dos conselhos, na qualidade do patrocínio e na efetividade da defesa”, diz.