FÓRUM CRIMINAL DA BARRA FUNDA COMEMORA DEZ ANOS

17/06/2009

Na última segunda-feira, dia 15 de junho, foi realizada uma solenidade na Barra Funda para comemorar os dez anos da transferência do Fórum Criminal para o local. Até 1999, o Fórum Criminal funcionava no antigo Palácio Mauá, no Viaduto Dona Paulina, quando então foi transferido, por determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Diversas autoridades compareceram à cerimônia, como o juiz diretor do Fórum Criminal da Barra Funda, Alex Tadeu Monteiro Zilenovski, o secretário de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania, Luiz Antônio Guimarães Marrey, e o vice-presidente do TJ-SP, desembargador Antonio Carlos Munhoz Soares. O presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D´Urso,  foi representado pelo presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas, Sergei Cobra Arbex.

“Maior fórum da América Latina , o Fórum Criminal que integra o Complexo Judiciário Ministro Mário Guimarães, vem demonstrando eficiência no atendimento aos operadores do Direito e ao jurisdicionado e a OAB SP mantém salas de advogados amplas e equipadas , servindo como ponto de apoio ao trabalho dos criminalistas”, ressalta D´Urso.

“A grande estrutura e a organização elogiável concentrada em um só complexo judiciário nestes 10 anos contribuiu para a agilização do julgamento dos processos criminais na Capital de São Paulo, que deve sempre um dos principais objetivos do Poder Judiciário. No que se refere às prerrogativas dos advogados, ainda temos reclamações, mas a direção do Fórum, a cargo do competente magistrado Alex Tadeu, tem colaborado muito, a exemplo do que ocorreu na reinauguração da sala de prerrogativas e apoio aos advogados, cuja atuação permanente visa evitar e afastar qualquer violação de prerrogativa profissional da advocacia”, afirmou Arbex.

No Fórum funcionam 31 Varas Criminais, 5 Varas das Execuções Criminais, o 1º, 3º, 4º e 5º Tribunais do Júri, o Juizado Especial Criminal Central, o Departamento de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária da Capital (DIPO) e o Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Mais de cem magistrados trabalham no fórum, auxiliados por milhares de servidores, promotores públicos, advogados e policiais.