COMISSÃO DO JOVEM ADVOGADO BUSCA EXPANSÃO


06/04/2010

Sob a presidência do advogado Gilberto Porto, a Comissão do Jovem Advogado da OAB SP quer expandir o número de membros, atualmente em quase 3 mil, e ampliar seu escopo de trabalho. “ Queremos desmitificar o que habitualmente se denomina , entre aspas, de 6◦ ano: aquele no qual o advogado passa a ser profissional, atuando, muitas vezes, solitariamente.

Segundo Porto, a Comissão propiciará aos jovens advogados uma estrutura com dois vice-presidentes, assessores e coordenadores, visando dar a acolhida necessária aos advogados (as) que se iniciam na profissão e trazem as dúvidas e angústias normais dessa fase.

 “A exemplo de Gilberto Porto, que é uma nova e atuante liderança da OAB SP, a missão da Comissão do Jovem Advogado, que criei durante a gestão Rubens Approbato,é revelar e preparar novas lideranças da advocacia”, diz o presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D´Urso.

O novo presidente da Comissão quer demonstrar que a OAB SP está pronta para servir o jovem advogado(a), com palestras, cursos, workshops, apontando as oportunidades dos novos ramos do Direito, propiciando crescimento cultural, ensinando práticas do Direito utilizadas no seu dia-a-dia profissional, demonstrando como funciona a estrutura da OAB SP, os serviços da CAASP, detalhando as prerrogativas profissionais, a estrutura do judiciário etc. 

Porto lembra, também, que a comissão propicia uma rede de relacionamentos profissionais, conta com banco de currículos e os e-groups de discussão serão remodelados. Porto também quer estruturar a comissão de forma a ter contato com todas as Subsecções do Estado, de modo a incentivar a criação de comissões do Jovem locais e ampliar o trabalho daquelas já existentes. “ No Interior , o jovem advogado trabalha dentro de uma estrutura enxuta e tem pouca politização, o que dificulta a aproximação da Ordem”, diz o novo presidente.

 “ Pretendo presidir a Comissão como se fosse uma empresa, definindo metas de trabalho, elaborando relatórios de gestão e corrigindo possíveis falhas”, argumenta Porto, que nos últimos três anos foi coordenador de Direito Tributário da Comissão do Jovem Advogado.