Sinsa realiza 6º Congresso de Sociedades de Advogados


21/08/2014

“Vivemos hoje, no Brasil, um ambiente de absoluta sintonia entre as instituições – associativas e representativas – da advocacia. Eu tenho a honra de presidir a OAB SP no momento em que temos nossas instituições irmanadas, por que estão nas mãos de pessoas do bem e que, efetivamente, estão lá para construir algo de positivo a ser deixado – após nossas gestões – para a advocacia e a cidadania”. Com este tom, Marcos da Costa, Presidente da OAB SP, discursou na abertura do 6º Congresso de Sociedades de Advogados, organizado pelo Sinsa (Sindicato das Sociedades de Advogados dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro).

Com a abertura solene realizada na noite de 13 de agosto, o evento teve início com 1 minuto de silêncio, rendendo homenagem ao candidato à presidência da República e Ex-Governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e as outras seis vítimas do acidente aéreo ocorrido horas antes. 

A fala de Marcos da Costa, exaltando o momento de união da advocacia, foi motivada pela presença – também na mesa de abertura – dos presidentes do IAB (Instituto dos Advogados Brasileiros), Técio Lins e Silva; da AASP (Associação dos Advogados de São Paulo), Sérgio Rosenthal; do IASP (Instituto dos Advogados de São Paulo), José Horácio Halfeld Rezende Ribeiro; da OAB SE, Carlos Augusto Monteiro Nascimento; da Comissão Nacional de Sociedades de Advogados, André Luis Guimarães Godinho, que representou o Presidente do Conselho Federal, Marcus Vinicius Furtado Coêlho. Mas não foi apenas a advocacia que prestigiou a abertura do Congresso, estando presentes também: Fábio Prieto, Presidente do TRF 3; Luís Antônio Camargo de Melo, Procurador-Geral do Trabalho (MPT); e Cláudia Regina Lovato Franco, Procuradora Chefe do Ministério Público do Trabalho em São Paulo. 

Entendendo que ao chegar à sexta edição o Congresso de Sociedade de Advogados consolida-se, o Diretor Tesoureiro da OAB SP e Presidente do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (Cesa – www.cesa.org.br), Carlos Roberto Fornes Mateucci, aproveitou a ocasião para lembrar a criação do Cesa e do Sinsa, que ocorreram com a mesma finalidade, “dar voz, dar força e discutir os temas e estudar os temas relacionados à advocacia praticada em sociedade de advogados”, ressaltando que as duas instituições já têm uma história forte. 

O presidente do Sinsa, Marcelo Pereira Gômara, agradeceu a presença dos convidados, destacando que o Congresso de Sociedade de Advogados, “mais do que um espaço privilegiado para a discussão de grandes temas relevantes para a advocacia, celebra os 25 anos de criação do Sinsa, que nasceu no período da abertura democrática do Brasil, quando o sindicalismo reinventou-se como instrumento político e democrático”. Para ele, este período impôs o desafio de representatividade e defesa da categoria, o que se resolveu – em parte – graças aos “inúmeros profissionais que privaram-se do convívio familiar e de prazeroso ócio para dedicarem-se à construção do Sinsa”. Ao fim do evento de abertura, o Sindicato prestou homenagens aos advogados que ocuparam a sua presidência.

O Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá, líder da frente parlamentar da advocacia, também participou da abertura do Congresso e refletiu sobre a realização de eventos como este: “é preciso, cada vez mais, buscar os interesses de todos nós [advocacia], que são também interesses da sociedade, resgatando valores que nada mais são que princípios colocados na Constituição de 1988”. 

O 6º Congresso de Sociedades de Advogados foi realizado de 13 a 15 de agosto, no Tivoli São Paulo – Mofarrej Hotel. Entre os convidados para os painéis estiveram: Ministro Marco Aurélio Mello (STF), Ministra Nancy Andrich (STJ), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho (Ministro do TST), Deputado Federal Paulo Teixeira, Marcelo Pereira Gômara (Pres. SINSA), Pedro Paulo Teixeira Manus (Coord. Curso de Direito da PUC SP), André Godinho (Pres. Comissão Nacional de Sociedades de Advogados da OAB), Sérgio Approbato Machado Júnior (Pres. Sescon/SP) e Luiz Carlos Gomes Godoi (Desembargado do TRT 2).