Marcos da Costa felicita dois novos desembargadores


28/01/2015

Marcos da Costa felicita dois novos desembargadores
Marcos da Costa, presidente da OAB SP, entre os desembargadores Raul José de Felice (à esq.) e Vicente de Abreu Amadei (à dir.)

O Presidente da OAB SP, Marcos da Costa, felicitou os dois novos desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Durante a cerimônia de posse, no Palácio da Justiça, nesta terça-feira (27/01), Raul José de Felice e Vicente de Abreu Amadei, fizeram discursos em que o ponto comum foi o reconhecimento do papel de suas famílias, amigos e servidores com que conviveram ao longo dos anos de magistratura. “São dois magistrados com o lado humano presente – o que é necessário para o ofício – e também com bom preparo técnico-jurídico a destacar em suas trajetórias”, elogiou Marcos da Costa.

Paulistanos, os dois magistrados têm pontos comuns em seus currículos, sendo formados na Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP) e tendo ingressado na magistratura em 1988. Raul José de Felice atuou em São José dos Campos, Osasco, Pacaembu, Paraguaçu Paulista e na capital. Agora, assume a cadeira deixada pelo desembargador Orlando Pistoresi. Vicente de Abreu Amadei trabalhou nas comarcas de Jundiaí, Osasco, Auriflama, Itapeva e na capital e ele passa a ocupar a vaga do desembargador Valter Alexandre Mena.

“A reorganização do Estado Brasileiro e a consagração dos direitos e garantias individuais, afirmados na Carta da República, eram as marcantes conquistas na inspiração para o compromisso dos juízes substitutos, entre os quais eu me encontrava”, relembrou Raul José de Felice, ao rememorar o período de ingresso na magistratura. Vicente de Abreu Amadei, por sua vez, pediu “humildade e fé para que, neste tempo novo que se abre na minha vida tão privilegiada, haja uma paixão renovada pelo Direito”.

Encerrando a solenidade, o Presidente do TJ SP, José Renato Nalini, procurou enfatizar a importância da dedicação ao ofício, e relembrou o compromisso do Tribunal em ter uma atuação mais célere: “Não podemos ser isolacionistas, sei que a cobrança de metas é algo que pode causar estranhamento, mas se ouvirmos o clamor de quem espera pelas decisões, entenderemos que o enfrentamento das metas é uma fase irreversível”.