Novo presidente do TJ-SP mantém diálogo com a advocacia


03/12/2015

Novo presidente do TJ-SP mantém diálogo com a advocacia
Paulo Dimas de Bellis Mascaretti é o novo presidente do TJ-SP

O bom relacionamento entre o presidente eleito para o biênio 2016-2017 no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, e o presidente da OAB SP, Marcos da Costa, vem de longa data e tem sido pautado pelo diálogo em busca de consenso nas demandas entre juízes e advogados.

“Acompanho de perto o trabalho do magistrado desde o tempo em que atuava na Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), que depois veio a presidir”, pontua Marcos da Costa. “Ele sempre manteve uma boa conversa com a advocacia paulista. Acredito que, na presidência do TJ-SP, trilhará esse caminho e dará continuidade à gestão do presidente que sai, José Renato Nalini, que abriu o Tribunal para interlocução com outras entidades do meio jurídico”.

O novo presidente do TJ-SP ingressou na magistratura em 1983, na Comarca de Santos. Depois de passar por São Luiz do Paraitinga, Itanhaém e Barueri, chegou à capital pela 7ª Vara Cível, Mascaretti entrou para o Tribunal de Justiça há dez anos, desde agosto de 2005. Eleito para uma vaga no Órgão Especial (2012/2014), ele acabou reconduzido para o biênio 2014/2015. Na Apamagis, tem trajetória iniciada em 1987 como diretor na gestão do presidente Régis de Oliveira, desembargador aposentado. Presidiu a instituição entre 2010 e 2011.

Aos 60 anos, o desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti declara ter por ambição maior transformar o Tribunal de São Paulo em uma Corte moderna, ágil e tecnicamente diferenciada, tal como preconiza o planejamento estratégico aprovado pelo Órgão Especial. Encontrará eco na OAB SP que, como diz Marcos da Costa, “estará aberta aos debates necessários para que o maior Tribunal do País concretize melhorias e avanços”. Para o dirigente de Ordem, alguns episódios ocorridos nos últimos anos confirmaram que a opinião da advocacia tem peso na redefinição de projetos e decisões indispensáveis à administração da Justiça.