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CRIAÇÃO DO JORNAL DO ADVOGADO

1974

CRIAÇÃO DO JORNAL DO ADVOGADO

Primeira capa do Jornal

Nascido em plena ditadura militar, o veículo de comunicação da OAB-SP com os advogados paulistas passou a ser também um canal de expressão da sociedade, em favor da liberdade, da justiça e da cidadania.

Criado em Julho de 1974, na gestão de Cid Vieira de Souza , o jornal serviu de porta-voz dos anseios da classe e também da sociedade.  A ideia partiu do então conselheiro seccional, Paulo Sérgio Leite Fernandes. "Cid disse que ia levar a minha proposta ao Conselho, mas achava que não ia dar, que seria uma árdua tarefa fazer o jornal e fazê-lo chegar a todos os advogados (na época 25 mil inscritos) do Estado", relembra Paulo Sérgio, fundador do jornal e que por mais de 20 anos cuidou dele.

No nº 1, o editorial afirmava que o Jornal do Advogado fora criado para consolidar a união da classe, lema que hoje norteia a atual gestão da OAB-SP. O jornal era feito com past-up, um sistema quase artesanal de montagem das matrizes das páginas, que depois eram levadas a uma gráfica para serem impressas. Voltavam depois para a Ordem, abertas, para serem dobradas.

São temas recorrentes ao longo da vida do Jornal do Advogado a defesa das prerrogativas profissionais e o repúdio à invasão de escritórios de advogados, a luta pelo cumprimento da lei e o respeito à liberdade, o combate à proliferação desenfreada de cursos de Direito, a defesa da reforma do Judiciário, o debate sobre a aposentadoria dos advogados, entre outros.

O jornal cresceu rapidamente. Em dezembro de 1975, passou a atender também os estagiários e aumentou sua tiragem para 41 mil exemplares. Atualmente, são mais de 200 mil exemplares distribuídos para advogados e estagiários de todo o Estado.

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