QUALIDADE DO AR NO FÓRUM CRIMINAL


04/09/2007

Laudo atesta qualidade do ar no complexo judiciário Mário Guimarães.


Os advogados que circulam pelo Complexo Judiciário Mário Guimarães, em São Paulo, não precisam mais se preocupar com a qualidade interna e umidade do ar. Contratada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, em cumprimento da Resolução RE 9/2003 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a empresa Controlbio Assessoria Técnica Microbiológica concluiu recentemente que ‘ambientes climatizados artificialmente encontram-se em excelentes condições. O laudo tem validade de seis meses.

 

Conforme a análise, não foram encontrados fungos patogênicos ou toxigênicos; as partículas biológicas e as variações físico-químicas estão dentro dos padrões de normalidade. As temperaturas variaram de 20º C a 25,9º (padrão 20 a 28); a unidade de 47,5% a 63,6% (padrão de 40% a 65%). “Essa análise de qualidade atmosférica interna do fórum traz tranqüilidade a todos os cidadãos que circulam ou trabalham no local, magistrados, advogados, servidores e jurisdicionados. Mostra preocupação do TJ-SP com a saúde e bem-estar daqueles atuam na aplicação ou recorrem à Justiça”, avalia o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D’Urso.

 

Foram colhidas amostras nos seguintes ambientes: 2ª Vara, 8ª Vara, 15ª Vara, 18ª Vara, 30

ª Vara, Jecrim, sala do promotor, 3º Tribunal do Júri, sala de lanche dos magistrados, Plenário 10 – Térreo, 2º Cartório, 8º Cartório, 15º Cartório, 18º Cartório e 30º Cartório, Cartório do Jecrim, PAJ, Xerox, 3ª Vara do Júri, Sala da OAB, 1ª Vara do Júri, Ministério Público, sala do malote e Nossa Caixa. Segundo o laudo, nesses ambientes, as concentrações de microrganismos ficaram abaixo do nível encontrado no ar ambiental exterior.