Marcos da Costa abre segundo dia de seminário lembrando o Dia Internacional da Democracia


15/09/2015

Marcos da Costa abre segundo dia de seminário lembrando o Dia Internacional da Democracia
Marcos da Costa, presidente da OAB SP; Alexandre de Moraes, Secretário de Segurança Pública; e Rubens Naves, advogado durante o segundo dia do Seminário Saídas para a Crise

Os trabalhos do segundo dia de palestras propositivas de Saídas para a Crise teve início com a menção ao Dia Internacional da Democracia pelo presidente da OAB SP, Marcos da Costa. Afinal, nada mais valoroso para um seminário que discute a atual crise no país do que se pautar pelo espírito democrático, que gera ambiente propício ao debate das ideias. Em 2007, a Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou o dia 15 de setembro como a referência para os governantes refletirem e analisarem sobre o desenvolvimento do Estado Democrático no mundo. Marcos da Costa ressaltou que, justamente por esse modelo de governança se abrir para a sociedade participar, merecia ser lembrando no evento “Saídas para a Crise”. “E nós da OAB SP defendemos a democracia com muito ardor”, pontuou o presidente.

Nesta terça-feira (15/09), o segundo dia de palestras, promovido pela OAB SP em parceria com a TV Cultura, Assembleia Legislativa e o Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA), abriu as apresentações com o tema dos Direitos Humanos e segurança pública, mas também vai se estender em conversas sobre economia e o quadro da educação no Brasil.

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O segundo dia do Seminário Saídas para a Crise teve plateia lotada

Belisário dos Santos Júnior, presidente do Conselho da Fundação Padre Anchieta (FPA), mencionou que todos os trabalhos realizados pelas instituições participantes durante o seminário, juntamente com as sugestões que o portal “CMais” têm recebido dos telespectadores, serão compilados em um livro. Belisário enfatizou que isso será feito devido à importância desse evento nesse momento pelo qual o país atravessa. Lembrou também que, apesar da necessidade que se faça Justiça , a Constituição e as Leis devem ser cumpridas e respeitadas.

Martin Grossmann, diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP, que também falou na abertura da sessão de painéis que tomaram o dia de hoje, relativizou a intensidade da atual crise, que acha que tem sido exagerada - embora seja grave -, e destacou que a nossa crise está dentro de um contexto mundial: “Não podemos esquecer que a situação mundial também exige nossa atenção”.

Compuseram a mesa de abertura, além dos já citados: Luiz Flávio Gomes, jurista; Alexandre de Moraes, secretário de Segurança Pública de São Paulo; Flávia Piovesan, procuradora do Estado de São Paulo e Jorge Gerdau, empresário.