OAB SP ajuda a intensificar a luta proposta pelo ‘Outubro Rosa’


06/10/2015

OAB SP ajuda a intensificar a luta proposta pelo ‘Outubro Rosa’
Sede da OAB SP iluminada em comemoração ao Outubro Rosa, ação que visa alertar as mulheres sobre a necessidade de combate ao câncer de mama

A Secional paulista da Ordem aderiu ao Outubro Rosa, que já é um símbolo global. O prédio sede da OAB SP, na Rua Maria Paula, centro histórico da cidade, está iluminado nesse mês para chamar a atenção e alertar as mulheres sobre a necessidade de combate ao câncer de mama. A campanha de conscientização realizada por diversos entes e dirigida à sociedade em geral e às mulheres em particular surgiu em 1990 durante a primeira “Corrida pela Cura” realizada em Nova York. O nome adotado remete à cor do laço usado pelos participantes e que passou a simbolizar a luta contra o câncer de mama.

No Brasil, o primeiro sinal de simpatia pelo movimento aconteceu em outubro de 2002, quando o Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32, popularmente chamado de Obelisco do Ibirapuera, foi iluminado de rosa. Pôr luzes coloridas em monumentos e edifícios foi ganhando adesão e tem a intenção de atingir a expansão e o fortalecimento da causa.

Para o presidente Marcos da Costa, a OAB SP não poderia ficar de fora dessa campanha que pretende chamar as pessoas para a prevenção. “Precisamos combater o câncer em seu estágio inicial e, para isso, o diagnóstico deve ser feito precocemente, quando o tratamento é, na maioria dos casos, mais efetivo”, diz Costa ao adiantar que a iluminação pela primeira vez do edifício da Secional é umas das iniciativas da entidade, haverá palestras e outras ações como caminhadas.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no mundo e também no Brasil, excetuando-se os casos de câncer de pele, que tem grande incidência por conta da excessiva exposição ao sol. Atualmente, ele responde por aproximadamente 25% dos novos casos a cada ano, sendo que, em 2014, foram estimados somente nesse categoria 57.120 casos registrado pela primeira vez. Além disso, a doença é primeira causa de morte por câncer na população feminina brasileira, com 12,10 óbitos por 100.000 mulheres.