Caio Augusto Silva dos Santos é proclamado presidente eleito da Ordem paulista

Tweet


30/11/2018

A Comissão Eleitoral proclamou o resultado das Eleições 2018 para a Seção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil, após o encerramento da apuração das 936 Seções Eleitorais, nessa sexta-feira (30/11), às 19h30. O resultado obtido deu a vitória ao candidato Caio Augusto Silva dos Santos, com 28,94% dos votos totais. O segundo colocado foi Marcos da Costa, com 24,15%; seguido de Leonardo Sica (16,49%), Sergei Cobra Arbex (14,22%) e Antonio Ruiz Filho (6,15%). Votos brancos e nulos somaram 3,68% e 6,37%, respectivamente. 

Caio Augusto Silva dos Santos comandará a presidência da OAB SP no triênio 2019-2021. A diretoria da nova gestão, que assumirá em janeiro, é formada por Ricardo Luiz de Toledo Santos Filho (vice-presidente), Aislan de Queiroga Trigo (secretário-geral), Margarete de Cássia Lopes (secretária-geral adjunta) e Raquel Elita Alves Preto (tesoureira). A representação junto ao Conselho Federal da OAB será feita por Alexandre Ogusuku, Guilherme Octávio Batochio, Gustavo Henrique R. Ivahy Badaró; Alice Bianchini, Daniela Campos Libório, Fernando Calza de Salles Freire. 

Atual secretário-geral da OAB SP, Caio Augusto votou em Bauru, sua cidade natal. Na ocasião falou sobre anseios da advocacia que justificaria a vitória da Chapa 11 que liderou: “Representamos milhares de advogadas e advogados que militam diariamente e que desejam uma nova OAB SP com mais transparência, diálogo, meritocracia, descentralização de poder e valorização efetiva da classe”.  

O novo presidente eleito da maior Secional do Sistema OAB, com cerca de 350 mil inscritos, é formado pela Faculdade de Direito de Bauru (Instituição Toledo de Ensino), onde leciona Direito Civil desde 2001.

Lisura
A Comissão Eleitoral da OAB SP montou espaço para o acompanhamento do processo de apuração de votos na sede cultural da instituição, no prédio da Praça da Sé. Fiscais das chapas concorrentes puderam averiguar in loco o trabalho dos funcionários que atuaram no grupo que recebia os dados das urnas eletrônicas. Visando transparência do processo eleitoral, cada chapa concorrente contou com dois fiscais cadastrados para acompanhar toda a apuração.