OAB SP prestigia posse da diretoria da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo

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12/12/2018

OAB SP prestigia posse da diretoria da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo

O vice-presidente da Seção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil, Fábio Romeu Canton Filho, e a secretária-geral adjunta, Gisele Fleury Charmillot Germano de Lemos, representaram a entidade na cerimônia de posse da diretoria da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP), na noite de segunda-feira (10/12), na sede da instituição. Em clima de festa, Sarah Hakim assumiu a presidência para a gestão 2018/2020. Ela terá ao seu lado, Horácio Conde Sandalo Ferreira (vice-presidente), Afonso Paciléo Neto (1º secretário), Isabel Cristina de Medeiros Tormes (2ª secretária) e Daniel Gonçalves Ortega (tesoureiro), bem como os demais conselheiros.

Ao saudar os novos dirigentes, Canton Filho aproveitou para ressaltar o trabalho realizado pela atual administração, presidida pelo advogado Lívio Enescu. “Vocês romperam fronteiras e essa associação é reconhecida hoje pelo trabalho desenvolvido para dar força à advocacia trabalhista”, acentuou. “Quero cumprimentar a Sarah, o Horácio, o Afonso, a Isabel e o Daniel. O fato de estarem aqui já é um reconhecimento do trabalho que vocês têm feito e farão à frente dessa entidade”, acrescentou.

Sarah Hakim, por sua vez, lembrou que a AATSP é uma entidade plural, que contempla desde os advogados patronais, aos de empregados e de sindicatos, o que exige uma direção atenta aos interesses da classe. “São muitos os desafios que teremos pela frente neste momento que a Justiça do Trabalho está fragilizada”, pontuou. Coube a Lívio Enescu acentuar que a associação não mediu esforços na luta pelos direitos da advocacia trabalhista: “Foi um período de muita articulação, em que dialogamos com todos os entes envolvidos, como as associações, mas principalmente com os tribunais da 2ª e da 15ª regiões”. Finalizou relatando que faltou diálogo na elaboração da nova legislação trabalhista: “Essa carência de conversa deixou a CLT insegura aos trabalhadores e aos empresários”.

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